Amarelina
A brincadeira é antiga, vem da época do Império
Romano. Com o tempo, ganhou várias versões e nomes, mas seja chamada de Macaca,
Maré ou Academia, o que importa é que a brincadeira garante o desenvolvimento
do equilíbrio, agilidade e mira, além de divertir muito.
Mas atenção: para as crianças mais novas, já é um grande desafio coordenar os movimentos para saltar, não exija que elas sigam as regras à risca. Para elas, os circuitos podem ser menores ou podem ser feitas exceções - como, por exemplo, permitir que elas pulem com os dois pés em todas as casas.
Mas atenção: para as crianças mais novas, já é um grande desafio coordenar os movimentos para saltar, não exija que elas sigam as regras à risca. Para elas, os circuitos podem ser menores ou podem ser feitas exceções - como, por exemplo, permitir que elas pulem com os dois pés em todas as casas.
Ordem
Brincadeiras com bola são ótimas para desenvolverem
habilidades relacionadas ao movimento e à força dos pequenos. Na brincadeira
Ordem, o desafio é jogar e apanhar a rotunda seguindo as mais diversas regras -
sem rir, sem falar, com uma só mão ou com um só pé, por exemplo.
A brincadeira permite que uma criança se divirta sozinha, se desafiando a cumprir cada vez mais ordens ou se alternar com os outros colegas a cada vez que errar um movimento. Para incrementar, é possível usar a criatividade e inventar novas ‘ordens’ para a brincadeira. E se a intenção for aumentar o desafio, as crianças podem ainda montar duplas e com duas bolas, trocarem as bolas enquanto obedecem as ordens gritadas.
Com tudo isso, elas desenvolvem por tabela o equilíbrio, coordenação motora, criatividade, atenção e reflexo.
Por aqui nós usamos este roteiro:
"Ordem" - Joga a bola e a segura de volta;
"Seu lugar" - Joga a bola e a segura sem sair do lugar;
"Sem rir" - Joga a bola e a pega de volta sem rir;
"Sem falar" - Joga a bola e a segura sem falar;
"Sem um pé" - Joga a bola na parede, levanta o pé direito e a segura de volta;
"Para o outro" - Joga a bola na parede, levanta o pé esquerdo e a segura de volta;
"Sem uma mão" - Joga a bola e a segura com a mão direita;
"Para a outra" - Joga a bola e a pega com a mão esquerda;
"Uma palma" - Joga a bola, bate uma palma e a segura de volta;
"Pirueta" - Joga a bola, faz a pirueta e a segura de volta;
"Sete": bate palma debaixo de uma perna antes que pegar a bola;
"quedas": bate palma debaixo da outra perna antes de pegar a bola.
A brincadeira permite que uma criança se divirta sozinha, se desafiando a cumprir cada vez mais ordens ou se alternar com os outros colegas a cada vez que errar um movimento. Para incrementar, é possível usar a criatividade e inventar novas ‘ordens’ para a brincadeira. E se a intenção for aumentar o desafio, as crianças podem ainda montar duplas e com duas bolas, trocarem as bolas enquanto obedecem as ordens gritadas.
Com tudo isso, elas desenvolvem por tabela o equilíbrio, coordenação motora, criatividade, atenção e reflexo.
Por aqui nós usamos este roteiro:
"Ordem" - Joga a bola e a segura de volta;
"Seu lugar" - Joga a bola e a segura sem sair do lugar;
"Sem rir" - Joga a bola e a pega de volta sem rir;
"Sem falar" - Joga a bola e a segura sem falar;
"Sem um pé" - Joga a bola na parede, levanta o pé direito e a segura de volta;
"Para o outro" - Joga a bola na parede, levanta o pé esquerdo e a segura de volta;
"Sem uma mão" - Joga a bola e a segura com a mão direita;
"Para a outra" - Joga a bola e a pega com a mão esquerda;
"Uma palma" - Joga a bola, bate uma palma e a segura de volta;
"Pirueta" - Joga a bola, faz a pirueta e a segura de volta;
"Sete": bate palma debaixo de uma perna antes que pegar a bola;
"quedas": bate palma debaixo da outra perna antes de pegar a bola.
Pular
elástico
É impressionante como com alguns metros de elástico
se tem divertida brincadeira. Pular elástico pode divertir a meninada por um
tempão em qualquer lugar: no parque, na calçada, no corredor ou até mesmo na
sala de casa com a ajuda de duas cadeiras! As sequências variam de região para
região. Assim como a corda, pular elástico ajuda a explorar movimentos em
velocidades diferentes e assim, ajuda com a coordenação motora e
condicionamento físico.
Pular
corda
Tem muita gente que pula corda só para entrar em
forma, mas a atividade física pode ser muito divertida. No vídeo, você vê
algumas brincadeiras que ajudam a desenvolver várias habilidades como
agilidade, condicionamento físico, cooperação e memória, para dar alguns
exemplos.
As brincadeiras podem ser mais complicadas para crianças até os cinco anos, quando a maioria ainda não consegue pular corretamente, mas a prática possibilita que aperfeiçoem os movimentos. Uma ideia para os pequenos é explorar os movimentos em diferentes velocidades e também treinar a sintonia com o ritmo das cantigas como:
"Salada, saladinha, bem temperadinha com sal, pimenta, fogo, foguinho"
"Um homem bateu em minha porta e eu abri. Senhoras e senhores põe a mão no chão. Senhoras e senhores pulem em um pé só. Senhoras e senhores deem uma rodadinha e vá para o olho da rua."
As brincadeiras podem ser mais complicadas para crianças até os cinco anos, quando a maioria ainda não consegue pular corretamente, mas a prática possibilita que aperfeiçoem os movimentos. Uma ideia para os pequenos é explorar os movimentos em diferentes velocidades e também treinar a sintonia com o ritmo das cantigas como:
"Salada, saladinha, bem temperadinha com sal, pimenta, fogo, foguinho"
"Um homem bateu em minha porta e eu abri. Senhoras e senhores põe a mão no chão. Senhoras e senhores pulem em um pé só. Senhoras e senhores deem uma rodadinha e vá para o olho da rua."
Cama
de gato
Está chovendo? Fazendo frio? Não dá para sair ou
chamar mais crianças para brincar? Que tal se divertir dentro de casa sem fazer
bagunça? A Cama de Gato treina a atenção, coordenação motora e a paciência das
crianças e entretém os pequenos sem precisar de nada além de um barbante.
Relembre os movimentos no vídeo e divirtam-se!
Bola de gude
As bolinhas de gude (ou bilá, peteca, birosca...)
podem ser fonte de diversão para crianças sozinhas ou alvo de jogos em grupo e
ainda ajudam a desenvolver mira, coordenação motora e agilidade. Assim como são
muitos os nomes, muitas são as maneiras de brincar com as bolinhas. É possível
organizar as redondas de várias maneiras: em linha, espalhadas dentro de um
círculo, de um triângulo ou de um retângulo, por exemplo. Os objetivos da
brincadeira também são variados: colocar (ou tirar) a bolinha dentro de um
buraco, tirar a bolinha do adversário de um local determinado ou simplesmente
acertar outras bolinhas. Uma dica é soltar a imaginação montando novos
percursos e desafios com as bolinhas.
Um objetivo frequente é conquistar as bolinhas dos adversários. Para não gerar conflitos, é bom deixar uma regra bem clara antes da brincadeira: as bolinhas ganhas durante a disputa ficam ou não com o jogador que vencer.
Um objetivo frequente é conquistar as bolinhas dos adversários. Para não gerar conflitos, é bom deixar uma regra bem clara antes da brincadeira: as bolinhas ganhas durante a disputa ficam ou não com o jogador que vencer.
Peteca
Quando
os portugueses chegaram no Brasil, encontraram os índios brincando com uma
trouxinha de folhas cheia de pequenas pedras, amarrada a uma espiga de milho,
que chamavam de Pe?teka, que em tupi significa "bater". A brincadeira
foi passando de geração em geração e, no século 20, o jogo de peteca tornou-se
um esporte, com regras e torneios oficiais.
Pedrinhas
Também
chamada de três Marias, jogo do osso, onente, bato, arriós, telhos, chocos,
nécara etc. O jogo, de origem pré-histórica, pode ser praticado de diversas
maneiras. Uma delas é lançar uma pedra para o alto e, antes que ela caia no
chão, pegar outra pedra.Depois tentar pegar duas, três, ou mais, ficando com
todas as peças na mão. Na antiguidade, os reis praticavam com pepitas de ouro,
pedras preciosas, marfim ou âmbar. No Brasil, costuma ser jogado com pedrinhas,
sementes ou caroços de frutas, ossos ou saquinhos de pano cheios de areia.
Pipa
Pipa,
papagaio, arraia, raia, quadrado, pandorga... As pipas apareceram na China, mil anos antes de
Cristo, como forma de sinalização. Sua cor, desenho ou movimento poderia enviar
mensagens entre os campos. Os chineses eram peritos em construir pipas enormes
e leves. Da China elas foram para o Japão, para a Índia e depois para a Europa.
Chegaram no Brasil trazidas pelos portugueses. Os tipos de pipa mais conhecidos
são o de três varas, o de cruzeta e o de caixa. Para confecciona-las bastam
algumas folhas de papel, varinhas e linha.
Ciranda
A
famosa dança infantil, de roda, conhecida em todo o Brasil, teve origem em
Portugal, onde era um bailado de adultos. O Semelhante a ela é o fandango,
baile rural praticado até meados do século XX no interior do Rio de Janeiro
(Parati) e São Paulo, em que homens e mulheres formavam rodas concêntricas,
homens por dentro e mulheres por fora. Os versos que abrem a ciranda infantil
são conhecidíssimos ainda hoje: "Ciranda, cirandinha/ Vamos todos
cirandar/ Vamos dar a meia volta/ Volta e meia vamos dar". De resto, há
variações regionais que os complementam como "O anel que tu me deste/ Era
vidro e se quebrou. / O amor que tu me tinhas/ Era pouco e se acabou".

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